Trabalho da Mariana e da Letícia:
domingo, 26 de março de 2017
sexta-feira, 24 de março de 2017
terça-feira, 14 de março de 2017
Se eu vivesse no século XIX...
Tenho
a certeza que seria uma mulher rica, mulher de um burguês que se vestia
bem e tinha uma casa muito fina. Digo isso porque sou uma rapariga muito
vaidosa. Teria muitas joias e vestidos e sapatos diferentes e bonitos
para todos os dias. Os perfumes seriam dos melhores e os penteados todos feitos
por cabeleireiros famosos. Andava nos carros mais caros e passeava muito.
Se
fosse uma operária viveria em condições miseráveis, infelizmente. Como tenho
muito jeito para liderar iria organizar greves até todos terem uma vida melhor
e melhores condições para trabalhar. Faria tantas greves e manifestações até
ser patroa. Se eu fosse patroa todos teriam uma vida feliz. Até os burgueses
ficariam boquiabertos. Todos teriam um mês de férias e recompensaria os
trabalhadores mais empenhados. Toda a gente haveria de querer trabalhar comigo!
Sabrina Duarte, 6º F
Gostava de experimentar trabalhar na mala-posta, trabalhar nos correios.
Não gostava de ser operário e de viver em condições miseráveis.
Gostava de andar de comboio e observar as paisagens.
Gostava de ver a emigração nos portos.
Gostava de trabalhar no campo.
Gostava de ficar famoso por construir um automóvel.
Gostava de conduzir um meio de transporte.
Rafael Costa, 6º F
Gostava de ser um camponês e trabalhar no campo. Cultivar batatas com a ajuda de uma máquina a vapor. Gostava de ter um bom salário, uma mulher e um filho para me ajudasse a trabalhar no campo.
João Medeiros, 6º F
Essa é a minha primeira falha no meu diário de emigrante. Como já perceberam, vou emigrar... pois a minha vida não está fácil. Enquanto fazia a mala olhava para a pequena janela do meu quarto e pensava como será a minha vida no Brasil e no meu plano de me tornar burguês. Será decerto muito difícil para um operário como eu. Fui apanhar a mala-posta para assim chegar à estação do comboio, No comboio fui acenando não para as pessoas, mas para a minha cidade...
David Correia, 6º F
A minha vida é dolorosa, cansativa e muito pobre. Tenho de trabalhar para ganhar dinheiro para alimentar as pessoas que vivem comigo. Tenho de lutar por aquilo que me dão e não desistir, por mais que me custe a vida.
Cátia Oliveira, 6º F
Gostaria de migrar do campo para a cidade para ter melhores condições de vida, adoraria ter um trabalho que rendesse um bom dinheiro para poder comprar comida e ter boa higiene.
...
Estou muito feliz porque posso falar com os meus tios que estão no estrangeiro por telefone ou por carta. Não os conheço, mas ouço a sua voz pelo telefone.
Quero ser uma historiadora para poder falar no comboio e na modernização. Ontem li num jornal que o comboio é uma das maravilhas do século. E é mesmo! Estou na escola a aprender muitas coisas novas e a arranjar novos amigos. O meu manual chama-se Cartilha Maternal.
Ângela Oliveira, 6º F
Sou pobre e não tenho dinheiro para pagar as coisas da casa. Um dia houve um choque entre comboios. O maquinista morreu e eu fui trabalhar no seu lugar. Chamaram-me para conduzir o comboio. Parecia difícil, mas depois habituei-me. A minha mulher foi trabalhar como varina. Vender legumes na rua.
Temos de aceitar tudo, porque não há trabalho.
André Figueira, 6º F
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Ano letivo 2016-17
sexta-feira, 20 de janeiro de 2017
Portugal na segunda metade do século XIX
A modernização dos transportes e das vias de comunicação...
- Trabalhos do David, João e Tomás...
)
- O trabalho da Júlia...
- Trabalho do Rodrigo, do Miguel, do Leandro e do João
A modernização da agricultura...
- Trabalho da Ângela e da Sabrina
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Ano letivo 2016-17
sábado, 26 de novembro de 2016
PORTUGAL NO SÉCULO XVIII - A importância do Brasil
Lisboa, 24 de novembro de 1740
Vossa Excelência, majestade el rei D. João V
Durante a minha estadia no Brasil, ao serviço de vossa majestade, pude observar de perto os engenhos de açúcar.
Os escravos começam por cortar as canas-de-açúcar que levam para o engenho de açúcar. Depois as canas são postas nos engenhos para serem trituradas. Mais tarde serão um açúcar fino.Uma curiosidade, o açúcar é posto em bidões de cobre com água a ferver para desfazer os resíduos não precisos.Os escravos que vi eram mal tratados e forçados a trabalhar sem parar, porque tinham de produzir cada vez mais açúcar para vender. Enquanto os senhores do engenho têm uma vida boa e confortável
.
O vosso humilde vassalo
Pedro Paulo Duarte Almeida



David Correia, 6º F
Tomás, João e Miguel, 6º F
Rute e Ângela, 6º F
Sabrina, Nádia e Carolina, 6º F
Júlia e Tatiana, 6º A
Leonardo e André, 6º F
Rafael, 6º F
Henrique e Henrique, 6º A
A escravatura
Rodrigo, Miguel e Henrique; 6º A
Rodrigo, 6º A
Beatriz, 6º D
Neuza, 6ºD
Beatriz e Neuza, 6º D
Um engenho de açúcar
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