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terça-feira, 14 de março de 2017

Se eu vivesse no século XIX...

Tenho a certeza  que seria uma mulher rica, mulher de um burguês que se vestia bem e tinha uma casa muito fina. Digo isso porque sou uma rapariga muito vaidosa. Teria muitas joias e vestidos e sapatos diferentes e bonitos para todos os dias. Os perfumes seriam dos melhores e os penteados todos feitos por cabeleireiros famosos. Andava nos carros mais caros e passeava muito.
Se fosse uma operária viveria em condições miseráveis, infelizmente. Como tenho muito jeito para liderar iria organizar greves até todos terem uma vida melhor e melhores condições para trabalhar. Faria tantas greves e manifestações até ser patroa. Se eu fosse patroa todos teriam uma vida feliz. Até os burgueses ficariam boquiabertos. Todos teriam um mês de férias e recompensaria os trabalhadores mais empenhados. Toda a gente haveria de querer trabalhar comigo!

Sabrina Duarte, 6º F

Gostava de experimentar trabalhar na mala-posta, trabalhar nos correios.
Não gostava de ser operário e de viver em condições miseráveis.
Gostava de andar de comboio e observar as paisagens.
Gostava de ver a emigração nos portos.
Gostava de trabalhar no campo.
Gostava de ficar famoso por construir um automóvel.
Gostava de conduzir um meio de transporte.

Rafael Costa, 6º F

Gostava de ser um camponês e trabalhar no campo. Cultivar batatas com a ajuda de uma máquina a vapor. Gostava de ter um bom salário, uma mulher e um filho para me ajudasse a trabalhar no campo.

João Medeiros, 6º F

Essa é a minha primeira falha no meu diário de emigrante. Como já perceberam, vou emigrar... pois a minha vida não está fácil. Enquanto fazia a mala olhava para a pequena janela do meu quarto e pensava como será a minha vida no Brasil e no meu plano de me tornar burguês. Será decerto muito difícil para um operário como eu. Fui apanhar a mala-posta para assim chegar à estação do comboio, No comboio fui acenando não para as pessoas, mas para a minha cidade...

David Correia, 6º F


A minha vida é dolorosa, cansativa e muito pobre. Tenho de trabalhar para ganhar dinheiro para alimentar as pessoas que vivem comigo. Tenho de lutar por aquilo que me dão e não desistir, por mais que me custe a vida.

Cátia Oliveira, 6º F

Gostaria de migrar do campo para a cidade para ter melhores condições de vida, adoraria ter um trabalho que rendesse um bom dinheiro para poder comprar comida e ter boa higiene.
...
Estou muito feliz porque posso falar com os meus tios que estão no estrangeiro por telefone ou por carta. Não os conheço, mas ouço a sua voz pelo telefone. 
Quero ser uma historiadora para poder falar no comboio e na modernização. Ontem li num jornal que o comboio é uma das maravilhas do século. E é mesmo! Estou na escola a aprender muitas coisas novas e a arranjar novos amigos. O meu manual chama-se Cartilha Maternal.

Ângela Oliveira, 6º F


Sou pobre e não tenho dinheiro para pagar as coisas da casa. Um dia houve um choque entre comboios. O maquinista morreu e eu fui trabalhar no seu lugar. Chamaram-me para conduzir o comboio. Parecia difícil, mas depois habituei-me. A minha mulher foi trabalhar como varina. Vender legumes na rua. 
Temos de aceitar tudo, porque não há trabalho.

André Figueira, 6º F



sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

Portugal na segunda metade do século XIX

A modernização dos transportes e das vias de comunicação... 



  • Trabalhos do David, João e Tomás...


)



  • O trabalho da Júlia...




  • Trabalho do Rodrigo, do Miguel, do Leandro e do João








A modernização da agricultura... 


  • Trabalho da Ângela e da Sabrina












sábado, 26 de novembro de 2016

PORTUGAL NO SÉCULO XVIII - A importância do Brasil

Lisboa, 24 de novembro de 1740


Vossa Excelência, majestade el rei D. João V                                                   


Durante a minha estadia no Brasil, ao serviço de vossa majestade, pude observar de perto os engenhos de açúcar.
Os escravos começam por cortar as canas-de-açúcar que levam para  o engenho de açúcar. Depois as canas são postas nos engenhos para serem trituradas. Mais tarde serão um açúcar fino.Uma curiosidade, o açúcar é posto em bidões de cobre com água a ferver para desfazer os resíduos não precisos.Os escravos que vi eram mal tratados e forçados a trabalhar sem parar, porque tinham de produzir cada vez mais açúcar para vender. Enquanto os senhores do engenho têm uma vida boa e confortável
.

O vosso humilde vassalo 
Pedro Paulo Duarte Almeida



David Correia, 6º F




Tomás, João e Miguel, 6º F
Rute e Ângela, 6º F



Sabrina, Nádia e Carolina, 6º F








Júlia e Tatiana, 6º A



Leonardo e André, 6º F




Rafael, 6º F



Henrique e Henrique, 6º A
A escravatura


Rodrigo, Miguel e Henrique; 6º A

Rodrigo, 6º A

Beatriz, 6º D

Neuza, 6ºD

Beatriz e Neuza, 6º D

Um engenho de açúcar



segunda-feira, 9 de maio de 2016

O poder local

 FUNÇÕES  DA  JUNTA  DE  FREGUESIA

FUNÇÕES  DA  CÂMARA

sábado, 23 de abril de 2016

Comemorar a liberdade de abril de 1974

A Escola Básica Integrada de Arrifes comemorou o dia 25 de abril de 1974, uma celebração que se inseriu na semana do Departamento de Ciências Sociais e Humanas, sob a coordenação da professora Ana Cristina Dias. Foi convidado para celebrar a liberdade o artista açoriano Aníbal Raposo.
Aníbal Raposo é engenheiro de profissão, mas desde muito cedo mostrou o seu amor pela poesia e pela música. A dualidade do homem, a realidade deste cantador que faz parte de uma geração de músicos e compositores que se dedicaram e dedicam a explorar sonoridades, a compor, a interpretar…
E como nas veias lhe corre o verde da esperança partilhou o seu amor pela natureza, pela vinha que poda e cuida e pela Rocha da Relva.
Aníbal Raposo cativou os presentes com a sua simpatia, talento, música e poesia… Ensinou que todas as atividades exigem trabalho, que não basta haver inspiração, que nas coisas diferentes é que está a alegria da vida. Falou da sua experiência de vida e lançou uma “canoa de esperança” por entre os jovens olhares dos meninos que o sentiam. E depois… Semeou canções, as suas e as dos seus amigos. Apresentou Manuel Alegre, Manuel Ferreira e Zeca Medeiros. Com a sua amabilidade deu mais luz a abril, rompeu a tarde com a sua poesia.
Nas aulas de Educação Musical, os alunos preparam, em segredo, sob a orientação do professor Victor Lima, o “Tema para Margarida” do álbum “A palavra e o Canto” (2006) de Aníbal Raposo. A surpresa emocionou o artista convidado que, com simpatia, os acompanhou na interpretação. Mais tarde diria “ (…) no fim das minhas divagações sobre poesia, música e liberdade, me humedeceram os olhos com uma bonita surpresa saída das suas flautas de bisel, interpretando comigo o "Tema para Margarida". Momentos fantásticos e inesquecíveis. O que é que posso pedir mais a Deus?”.
Conceição Lima, abril de 2016
NOTA: As atividades desenvolvidas poderão ser visualizados no canal da EBI Arrifes, TV Arrifes, em https://www.youtube.com/user/ebiarrifes