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quarta-feira, 13 de maio de 2015

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sábado, 9 de maio de 2015

Comemoração do 25 de Abril

A Banda Militar dos Açores para Comemorar o 25 de Abril

A Banda Militar dos Açores foi criada após a Revolução Angrense de 22 de junho de 1828. Mais tarde, com a mudança do Comando Militar dos Açores para a cidade de Ponta Delgada, passou a existir apenas uma Banda Militar sediada, inicialmente, no aquartelamento do Batalhão Independente de Infantaria 18 no extinto Convento de São João e, mais tarde, no Forte de São Brás.
Hoje, designada por Banda Militar da Zona Militar dos Açores, está instalada no Campo Militar de São Gonçalo do Comando da Zona Militar dos Açores e tem por missão dar o necessário enquadramento musical nas cerimónias e atos militares e simultaneamente contribuir para a valorização cultural e recreação do pessoal militar e civil do Exército executando concertos e outras intervenções musicais.
Para além das atividades castrenses, a Banda Militar dos Açores insere as suas atuações no âmbito cultural, recreativo e de divulgação do Exército, colaborando com as autoridades e organismos civis na execução de concertos em diferentes locais da Região Autónoma dos Açores, salientando-se atuações de caráter didático em diversas escolas, como o que acontece hoje. Muito tem contribuído, para a valorização cultural das populações e incremento pelo gosto da Música nos Açores.
A banda foi dirigida pelo maestro João Oliveira. Músico e militar deu aulas no Conservatório Regional e é Chefe titular da Banda Militar. Foi maestro em várias bandas, orquestras clássicas e ligeiras e esteve ligado ao Coral de S. José.






No final do concerto todos os presentes receberam cravos.

Arquipélagos Atlânticos

Tantos jardins percorri
À volta da terra inteira
Mas o mais lindo que eu vi
Foi o da ilha da Madeira

Recordo a minha alegria
E o fascínio do momento
Que eu senti naquele dia
Ao ver tal deslumbramento

Foi tão grande a surpresa
Que pairou dentro de mim
Que a minha alma ficou presa
No encanto deste jardim

Por momentos eu pensei
Ser apenas uma miragem
mas depressa embalei
Na magia desta paisagem 

RAMA LYON



Pesquisa de Mariana Pereira e de Ronaldo Pereira








quinta-feira, 16 de abril de 2015

Embarcações

Henrique, 5º B
Marisa, 5ºB


Alexandre 5ºF
















segunda-feira, 16 de março de 2015

Monges copistas

A Daniela (5º F)
reproduziu um livro medieval e explicou aos colegas como eram executados os livros, pelos monges copistas.


Os monges dedicavam-se à cópia e redacção de livros que nesta época eram escritos à mão e decorados com iluminuras (pinturas). Para se fabricar um livro era preciso, em primeiro lugar, dispor de pergaminho (pele de carneiro ou de cabra, tratada para esse fim). Os monges copistas copiavam os livros à mão. A perfeição com que os monges copistas executavam o seu trabalho fazia com que demorassem anos a acabar um livro. Como eram raros e muito caros, os livros estavam muitas vezes presos por uma corrente para maior segurança. Praticamente só os monges sabiam ler e eram cultos . Dedicavam-se ao ensino . Junto dos mosteiros, tal como junto das sés, criaram-se escolas. As suas escolas eram frequentadas por aqueles que viriam a ser religiosos, mas também por alguns filhos de nobres e comerciantes ricos.



O livro medieval reproduzido pela Érica Falcão com a ajuda da Érica Rodrigues, do Henrique e da Maria Clara, 5ºB







O livro medieval reproduzido pela Beatriz e pela Mariana, 5º F



1ª Bandeira Portuguesa

Alexandre, 5º F