Seguidores

sábado, 9 de maio de 2015

Arquipélagos Atlânticos

Tantos jardins percorri
À volta da terra inteira
Mas o mais lindo que eu vi
Foi o da ilha da Madeira

Recordo a minha alegria
E o fascínio do momento
Que eu senti naquele dia
Ao ver tal deslumbramento

Foi tão grande a surpresa
Que pairou dentro de mim
Que a minha alma ficou presa
No encanto deste jardim

Por momentos eu pensei
Ser apenas uma miragem
mas depressa embalei
Na magia desta paisagem 

RAMA LYON



Pesquisa de Mariana Pereira e de Ronaldo Pereira








quinta-feira, 16 de abril de 2015

Embarcações

Henrique, 5º B
Marisa, 5ºB


Alexandre 5ºF
















segunda-feira, 16 de março de 2015

Monges copistas

A Daniela (5º F)
reproduziu um livro medieval e explicou aos colegas como eram executados os livros, pelos monges copistas.


Os monges dedicavam-se à cópia e redacção de livros que nesta época eram escritos à mão e decorados com iluminuras (pinturas). Para se fabricar um livro era preciso, em primeiro lugar, dispor de pergaminho (pele de carneiro ou de cabra, tratada para esse fim). Os monges copistas copiavam os livros à mão. A perfeição com que os monges copistas executavam o seu trabalho fazia com que demorassem anos a acabar um livro. Como eram raros e muito caros, os livros estavam muitas vezes presos por uma corrente para maior segurança. Praticamente só os monges sabiam ler e eram cultos . Dedicavam-se ao ensino . Junto dos mosteiros, tal como junto das sés, criaram-se escolas. As suas escolas eram frequentadas por aqueles que viriam a ser religiosos, mas também por alguns filhos de nobres e comerciantes ricos.



O livro medieval reproduzido pela Érica Falcão com a ajuda da Érica Rodrigues, do Henrique e da Maria Clara, 5ºB







O livro medieval reproduzido pela Beatriz e pela Mariana, 5º F



1ª Bandeira Portuguesa

Alexandre, 5º F

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Recursos Naturais nos séculos XIII e XIV


Henrique, Marisa, Érica e Leandro, 5ºB

Inês, Sofia, Tatiana, Júlia e Ana Francisca, 5ºD
Desenho de Mariana Lopes, 5º F


Ana Rita, 5º D
Trabalho de Jorge, 5º F



quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

No tempo da reconquista


      Se eu vivesse no tempo da reconquista

 Se eu vivesse no tempo da reconquista, uma vez que estávamos lá no  nosso castelo, eu ajudaria os homens a fazerem armas de guerra como as catapultas, flechas, bolas de fogo...
Quando os mouros viessem iria para o castelo aquecer azeite para atirar, porque eu queria que o meu povo vencesse e assim conquistaríamos mais terras e castelos com grandes muralhas.
Iríamos ficar com todos os castelos como o de Óbidos, o de Lisboa, o de Sintra etc.

Com estas vitórias, já tínhamos conquistado uma  parte do Alentejo.

Sofia Couto  ano­/turma:5ºD


Se eu vivesse na reconquista...
Se eu vivesse na reconquista gostava de ser o rei.
Construiria o meu castelo nos montes altos, com difícil acesso.
Seria um grande castelo, mas tinha que conquistar várias terras aos mouros principalmente Lisboa. Não vai ser fácil, Lisboa é das mais importantes cidades de Al- Andalus.
Para isso tinha que ter mais de 19.000 cavaleiros.
Já estávamos preparados. Fomos para a batalha. Já estávamos há mais de 15 dias, começamos ainda a construir mais máquinas de guerra: flechas e catapultas.
Começamos a construir uma torre móvel.
Os Colonenses e os Flamengos começaram a cavar uma mina em frente à parte mais saliente do castelo,
para derrubarem a muralha. Obra terminada em menos de um mês.
Com a maré vazia os meus cavaleiros juntaram-se na praia para levarem a máquina adiante, lançaram a ponte.
A defesa dos muros juntaram- se os mouros de todos os lados. Mas ao verem que nós, estavamos  prestes a entrar, não lhes pouparíamos a vida. Depuseram as armas pedindo suplicadamente tréguas.
Vencemos a batalha que chama- se batalha do Cerco de Lisboa. Este território ficou conhecido por Lisboa. A partir daí começamos a conquistar outras localidades e castelos.
Com uma parte do Alentejo conquistada, viveríamos tranquilos, mas, deixaria alguém a vijiar aos mouros.
Podem atacar a qualquer momento.
E seria assim no tempo da reconquista.

Ana Francisca nº2, 5ºD