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terça-feira, 27 de novembro de 2012

As comunidades agropastoris


 Há milhares de anos o clima alterou. A terra começou a aquecer e o gelo derreteu.

Os meus costumes mudaram. Passei a trabalhar na agricultura e na pastorícia. A minha comunidade deixou de ser exclusivamente recoletora e caçadora e passou a ser agropastoril.

Eu com a atividade agrícola deixei de ser um nómada e passei a ser sedentário .  A minha casa passou de ser um sítio de habitação provisória e a ser fixa, construída com pedra e coberta de calmo e giestas.

Com habitação firme e alimentação segura , eu pude dedicar-me a diferentes atividades: a tecelagem, a cestaria e a olaria.

A minha comunidade já prestava culto aos nossos mortos . Nós  enterravamos os mortos numa cova individual ou coletiva coberta com pedras pesadas que são as antas.




 Trabalho de Daniela Sousa, 5º E







sábado, 10 de novembro de 2012

OS LUSITANOS


 Trabalho de Iara Ferreira, 5ºC




Trabalho de Fátima Gaudêncio, 5ºE


O FOGO


Trabalho de Henrique Correia e Rodrigo Mota, 5ºB
Óscar Craveiro, 5º E

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Rosa dos Ventos

Trabalho de Daniela, 5º E


Trabalho de alunos do 5ºB


Fátima, 5º E



quarta-feira, 24 de outubro de 2012

0s castros

Sabias que...




Trabalho de Samanta Botelho, 5ºB


Trabalho de Micael, 5º C


segunda-feira, 22 de outubro de 2012

O relevo





O relevo não se carateriza apenas pela sua altitude mas também pelo seu aspeto. 

As montanhas são elevações que apresentam grandes desníveis, vales profundos e cumes muito altos e altitudes, geralmente, superiores a 1000 metros. Os cumes podem terminar em forma de pico ou arredondados, consoante se tratem de montanhas mais recentes ou mais antigas, respectivamente.


Os planaltos são formas de relevo aplanadas e com altitudes superiores a 200 metros, são antigas montanhas que, ao longo dos tempos, foram desgastadas pela erosão.


As planícies são formas de relevo aplanadas e com altitudes inferior a 200 metros. Umas resultaram da ação dos agentes erosivos, que aplanaram os relevos antigos, outras formaram-se pela deposição de sedimentos transportados pelos grandes rios. Estas chamam-se planícies aluviais.

As colinas são elevações de baixa altitude, de formas arredondadas e fraco declive – vertentes com inclinação pouco acentuada.

Os vales são depressões alongadas e estreitas, situadas entre montanhas, normalmente resultantes da ação de um rio ou de um glaciar.


sexta-feira, 19 de outubro de 2012

o modo de vida dos homens do paleolítico



REPRODUÇÃO DE UMA PINTURA RUPESTRE

Trabalho da Maria, 5º C

Trabalho da Joana Cunha, 5º C


Trabalho da Mafalda, 5º E

SE   FOSSE   RECOLETOR...
Há muito tempo eu e os meus amigos não vivíamos sempre no mesmo local…

Reuníamo-nos todos, recolhíamos alimentos da Natureza e também fazíamos as lanças e as flechas.
Lá encontramos um novo local para viver! Naquele lugar vimos um mamute a alguns quilómetros dali. Todos nós pensamos a mesma coisa: caçá-lo.

Reunimos as nossas flechas e lanças, para quando ele estivesse mais próximo caçá-lo, mas com cuidado para não nos magoarmos.

Ele estava perto de nós e preparamo-nos para atirar primeiro as flechas e depois as lanças. Levou algum tempo a fazer com que o mamute não resistisse.

Ele caiu no chão e morreu! Todos nós ficamos contentes por termos bastante comida.
Depois fomos fazer lume para cozinharmos e aquecermo-nos, mas alguns colegas nossos preferiram dedicar-se à arte rupestre e desenhar numa rocha a caçada que tínhamos feito naquele dia.
Algum tempo depois, só restavam do mamute os ossos e a pele.
Com os ossos reforçámos as nossas tendas e fizemos novas flechas e lanças.
Com as peles fizemos roupas para nós.
Depois tivemos de mudar de sítio desta vez para junto de um rio, também de caçar novos animais e recolher mais coisas que a Natureza nos desse.



Esta foi a história do meu grupo de recoletores.
Mariana Almeida, 5ºB


Um dia, estava eu com outros homens, numa gruta, a planear como iriamos caçar um mamute.
Até que aparece um homem e diz:
-Está ali um mamute, temos de caçá-lo.
Outro respondeu:
-É melhor irmos, senão ainda o perdemos!
Então fomos esconder-nos até ele vir. Quando ele chegou, lançámos as armas, mas não foi fácil, porque o mamute era muito forte.
Tempo depois ele morreu. Todos juntos pegámos nele e levamo-lo para a gruta. Alguns tiraram a pele para fazer a roupa, outros foram buscar pedras para fazer fogo. Eu fiquei a ajudar a tirar a pele.
De seguida, já tinham feito o fogo e puseram o mamute a cozinhar. Quando já estava pronto começámos a comer.
Ao acabarmos, os restos das peles ficaram no chão. Quando já estava tudo pronto, fomos dormir.

Marisa Silva 5ºB