terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Reportagem "O Regicídio"
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
sábado, 18 de junho de 2011
Caça ao Tesouro
domingo, 22 de maio de 2011
A vida a bordo das naus
Desenho: Filipe Santos, 5º BDe Lisboa partiam barcas, caravelas, naus, galeões, galeaças ...
As viagens duravam em média 6 meses em cada sentido, todavia podia decorrer até ano e meio se fosse necessário. Coincidiam quase sempre com a altura Pascal, e caracterizavam-se, por serem viagens longas e austeras, em que as condições de navegação mudavam continuamente. O espaço era pouco, onde se amontoavam pessoas, cargas e animais vivos.
Desenho: Ana Beatriz, 5ºBQuem ia a bordo das naus e caravelas?
Cargos | Tarefas |
| Capitão-mor ou comandante | Comandava a armada. |
| Capitão | Cada nau da armada tinha um capitão e todos obedeciam ao capitão-mor. |
| Piloto | Traçava as rotas usando bússola, quadrante, astrolábio. Dava instruções ao homem do leme. Também lhe competia fazer o diário de bordo. |
| Mestre | Chefiava a tripulação |
| Marinheiros | Içavam e arreavam velas, lançavam âncoras, deitavam os botes ao mar, etc. Alguns tinham profissões especializadas como carpinteiros, timoneiros ou homens do leme, trinqueiros ou especialistas em consertar velas. |
| Grumetes | Eram rapazes de dez ou doze anos que embarcavam para aprender a profissão de marinheiro. |
| Cirurgião-barbeiro | Tratava doentes, cortava cabelos e barbas. |
| Padre-capelão | Dizia missa, confessava, organizava cerimónias religiosas. |
| Despenseiro | Tomava conta da despensa e distribuía os alimentos. |
| Escrivão | Fazia os registos escritos sobre a carga, compras, vendas, impostos do rei. |
| Condestável | Chefe dos militares. |
| Bombardeiros | Disparavam os canhões. |
| Soldados | Lutavam com espadas ou armas de fogo. |
| Funcionários | Homens que não tinham tarefas a bordo. Iam como passageiros para ocuparem cargos ao serviço do rei nas terras descobertas. |
Durante o dia:
Cada um desempenhava as suas tarefas, faziam-se turnos para descansar, para comer, para participar das cerimónias religiosas. Quando o mar estava calmo e as horas livres se multiplicavam, organizavam-se teatros, procissões, jogos, touradas simuladas.
Durante a noite:
Dormia-se por turnos. Havia sempre alguém de serviço ao relógio de areia – a ampulheta – para não perderem a noção do tempo.
Como não havia casa de banho, os homens faziam as necessidades num balde que despejavam no mar. E como não existia nada que se parecesse com papel higiénico, usava-se sempre uma corda que estava sempre suspensa e com a ponta desfiada dentro de água. Quem precisasse puxava o “pincel encharcado”, limpava-se e repunha-o no seu lugar.
segunda-feira, 7 de março de 2011
O castelo
5ºF

Paulo Medeiros, 5º F
Um castelo é uma estrutura arquitectónica de fortificação, com funções defensiva e residencial. De tipo permanente, era geralmente erguido em posição dominante no terreno, próximo a vias de comunicação (terrestres, fluviais ou marítimas), o que facilitava o registo visual das forças inimigas e as comunicações a grandes distâncias.

